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Aos 38 anos, Djokovic mantém fervor e garante estar longe de se aposentar do ténis

“Por que parar, enquanto ainda tenho essa chama?”

Aos 38 anos, Djokovic mantém fervor e garante estar longe de se aposentar do ténis

Novak Djokovic em ação na semifinal do Australian Open • Reprodução/X/Australian Open

Foto: DR

Pa

Paulo Massunda

Jornalista e CEO

7 mar 2026
5 min de leitura
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O sérvio e número três do mundo, Novak Djokovic, afirmou que não vê motivos para encerrar a carreira, uma vez que continua motivado para competir e acredita ser ainda capaz de derrotar os melhores jogadores do circuito.

‎‎Aos 38 anos, Djokovic derrotou o então campeão Jannik Sinner numa emocionante meia-final do Australian Open, em Janeiro, antes de ser superado na final pelo número um do mundo, Carlos Alcaraz.

‎‎O desempenho reforçou que o sérvio continua competitivo nos maiores palcos do ténis.

‎‎“Foi uma sensação incrível conseguir vencer o Sinner em cinco sets, numa das partidas épicas que disputei recentemente na Austrália, e depois ter outro grande jogo contra o Carlos, que no fim foi simplesmente melhor”, disse Djokovic a jornalistas durante o Indian Wells.

‎‎O tenista declarou ainda que para ele foi um resultado fenomenal, expressando ter mostrado a si mesmo, mas também aos outros, que ainda pode competir no mais alto nível “e vencer esses jogadores”.

‎‎Diante disso, o jogador explicou que pretende seguir competindo enquanto mantiver a motivação.

‎‎“Então a minha lógica é: por que parar, enquanto ainda tenho essa chama, esse talento, qualidade e motivação para continuar?”

‎‎Calendário mais selectivo

‎‎Djokovic, dono de 24 títulos de Grand Slam, afirmou que actualmente prefere montar o próprio calendário de forma mais selectiva.

‎‎A programação gira sobretudo em torno dos quatro torneios do Grand Slam e de alguns eventos preparatórios. Entre eles está também o torneio de Indian Wells, disputado no deserto da Califórnia, onde o sérvio já conquistou cinco títulos.

‎‎“Eu realmente gosto da emoção da competição”, exprimiu, tendo realçado que gosta de entrar em quadra diante dos fãs e continuar competitivo.

‎‎Ademais, realçou que ainda é o número três do mundo, então não crê que esteja mal em termos de ranking, resultados e desempenho.

‎“Portanto, ainda sou competitivo, ainda tenho esse diferencial e vou continuar jogando enquanto sentir vontade”, concluiu.

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