Iva Jovic confirma ascensão: defende título em Guadalajara sem perder um set e sobe provisoriamente ao 13.º lugar mundial
Iva Jovic derrotou Peyton Stearns por 6-4 e 6-2 e conquistou, aos 18 anos, o Guadalajara Open pelo segundo ano consecutivo.
Foto: DR
Paulo Massunda
Colaborador
Iva Jovic voltou ao local onde conquistou o primeiro título WTA da carreira e repetiu o feito. A norte-americana venceu Peyton Stearns em 1h26, na noite de sábado, 19 de Setembro, e tornou-se bicampeã do WTA 500 mexicano. A WTA confirmou o resultado e a defesa do título.
A final permaneceu equilibrada durante os primeiros oito jogos, sem qualquer oportunidade de quebra. Jovic conseguiu o primeiro break para fazer 5-4 e, no jogo seguinte, confirmou o primeiro set por 6-4.
A partir daí, assumiu definitivamente o controlo. A campeã quebrou imediatamente o serviço de Stearns no início do segundo set, abriu 2-0 e conseguiu nova quebra para chegar aos 5-2. No jogo seguinte, fechou o encontro no terceiro championship point, com uma pancada de esquerda paralela.
O título completa uma campanha particularmente dominante: Jovic não perdeu qualquer set durante toda a semana em Guadalajara. Passou por Zeynep Sönmez, Magdalena Fręch, Cristina Bucșa e Stearns sempre em duas partidas.
O resultado confirma também a relação invulgar da jovem norte-americana com este torneio. Em 2025, quando tinha apenas 17 anos, Guadalajara deu-lhe o primeiro título WTA da carreira. Um ano depois, regressou como campeã e conquistou exactamente o segundo. Portanto, os dois títulos WTA que Jovic possui foram conquistados consecutivamente no mesmo torneio.
Há ainda uma consequência importante no ranking. Jovic começou a semana como número 16 mundial e os 500 pontos conquistados colocam-na provisoriamente no 13.º lugar do ranking ao vivo, que será a melhor posição da carreira caso seja confirmada na actualização oficial.
Aos 18 anos, Jovic fecha assim Guadalajara com dois títulos WTA, duas conquistas consecutivas no WTA 500 mexicano e nenhum set perdido na defesa do troféu. A sequência reforça o estatuto da norte-americana como uma das jovens em maior progressão no circuito feminino.
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