Manchester City gasta cerca de 458 milhões de libras numa profunda reconstrução pós-Guardiola
O Manchester City realizou uma das maiores reconstruções de plantel da história da Premier League depois do encerramento do ciclo de Pep Guardiola.
Foto: DR
Redacção
O clube inglês gastou aproximadamente 458 milhões de libras no mercado de Verão de 2026, mais do que qualquer outro clube da Premier League, segundo números divulgados pela Reuters.
A transformação foi particularmente agressiva no meio-campo.
O City contratou Enzo Fernández por 125 milhões de libras, Elliot Anderson por 116 milhões de libras e Ayyoub Bouaddi por 86 milhões de libras. Apenas nestes três jogadores, o investimento ultrapassa 320 milhões de libras.
A estes nomes juntaram-se Iliman Ndiaye, adquirido ao Everton por 65 milhões de libras, Allan Elias, proveniente do Palmeiras, além de Jeremy Monga, Pierce Charles, Gerónimo Rulli e outros reforços.
A revolução não aconteceu apenas nas entradas.
Rodri deixou Manchester para reforçar o Barcelona numa operação de cerca de 65,4 milhões de libras, enquanto Savio, Tijjani Reijnders, Nico González, James Trafford, Nathan Aké e Manuel Akanji também abandonaram o plantel. Jack Grealish regressou ao Everton por empréstimo.
A Reuters estima que o City tenha recuperado aproximadamente 280 milhões de libras através das diferentes saídas, reduzindo parte do impacto financeiro da reconstrução.
A reformulação marca o início de uma nova era sob comando de Enzo Maresca, responsável por suceder a Guardiola e reconstruir uma equipa que terminou a última Premier League na segunda posição, atrás do Arsenal.
Mais do que simples reforços pontuais, o mercado revela uma alteração estrutural do Manchester City. Algumas das principais referências técnicas do ciclo anterior saíram e foram substituídas por jogadores mais jovens ou que deverão assumir imediatamente posições de liderança.
Depois de dominar longos períodos do futebol inglês sob Guardiola, o City apostou quase meio milhar de milhões de libras para tentar garantir que a mudança de treinador não signifique também o fim da sua presença entre as principais forças da Premier League.
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